segunda-feira, 28 de setembro de 2015

sob a lua

 a lua no ceu sob o manto negro da noite parece um bordado num tecido cujo negrume
brilha a lua e as es ...trelas, num enxame de luzem vibrando a força do universo....
somos nós os que vivem abaixo desse ceu de setembro, onde as chuvas caem continuas há dias,
é tempo de primavera mais uma vez.

o meu tempo primaveril passou na inocência de uma voz de anjo, que escutou no vento a canção.de deus....
desde então celebro a vida entre as flores do senhor do jardim
onde na floresta de mel cerro os olhos para a verdadeira luz e no meu coração guardo a lembrança
do meu lar..
madhubam para sempre

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Boas novas


De repente não se tem mais tantos ventos companheiros
os fins das tardes não são os mesmos..
Apenas o coração bate mais forte quando canta as tardes
da canção do sempre eternamente..
Não estamos sós a ver tantos sois assim, o verbo no presente já é passado enfim..

As quimeras  há muito imperam no jardim de Deus,
 eu menina brinco entre suas flores e colho essas flores de cores diferentes,
 que o vento semeou por aqui e jogou as sementes de seu avental,
para que nascessem por aqui, e sendo diferentes
fizessem presença, pois neste jardim cabem todas as flores que Deus semeia primeiro dentro de nós

sábado, 10 de janeiro de 2015

Fio Terra


Fio terra




Aonde está o pássaro alado de todas as madrugadas?
Aonde seu cantar chegou no grito que falou da noite,
cansada de esperar que a primavera chegue e o olhar do vento
 novamente enrole seus cabelos e mire a face no espelho,
 onde a magia e encantamento acendam todas as luzes da aurora
e encante os corações com sua flauta mágica,  para dizer a todos,
que o coração ainda é o mesmo, a flor que floriu  ainda tem seu perfume,
 mas no jardim de Deus se cultivam todos os anjos, sementes jogadas ao verdor da florescência,
cujos olhos brotam nos céus do ontem e do amanhã....

Somente o rosto sem nome, como sombra da noite despediu do dia , para vestir-se de estrelas e habitar novo céu.
O pássaro alado ainda voa no céu dos olhos